Mais uma vez boa noite para todos (poucos) que passam por aqui! Regresso hoje com um poema meu (para fazer concorrência à Ana)! E uma vez que que a quadra (que deveria ser contínua) o pede, chama-se Consoada, mas serve para qualquer ocasião.
CONSOADA
Queres comprar
a felicidade
com uma mão-cheia
de esperança,
e num esgar
de falsidade
servem-te a ceia
da vingança!
No teu olhar
desolado,
pões-te a mirar
maravilhado
uma montra inundada
de luz
banhando a figura rosada
de um Jesus!
Para casa levas então
a ferida
da enorme ilusão
da vida,
e escondes dos pequenos
a dor
com sorrisos serenos
de amor!